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terça-feira, março 21, 2006

Um argumento liberal

Vodafone rejeita concentração

A Autoridade da Concorrência (AdC) terá de ouvir a Portugal Telecom, a Vodafone, a Oni e a Cofina, que se mostraram contra a operação de concentração da PT e da Sonaecom, para se constituírem contra-interessadas. A Vodafone, que fez uma declaração pública, acredita que "os eventuais 'ganhos' para os consumidores dos serviços de comunicações fixos resultantes da OPA não podem ser obtidos à custa de prejuízos decorrentes da distorção das condições de concorrência no mercado das comunicações móveis", pelo que as quotas de mercado resultantes de uma fusão da TMN com a Optimus "podem conduzir a uma posição crescentemente dominante da empresa, resultante da eventual fusão, com riscos elevados para a concorrência e consumidores".


Na Economia do "DN" de hoje.

O que está em causa é a concorrência. Será que o João Miranda concorda?

[PPM]

Comments on "Um argumento liberal"

 

Blogger TRAP said ... (3:32 da tarde) : 

Este comentário foi removido por um administrador do blogue.

 

Anonymous Anónimo said ... (3:33 da tarde) : 

já chega....

estas gracolas e pseudo-trocadilhos nao têm o minimo de piada...
ou entao é a ingorancia no seu auge....





e já agora...diz-me uma coisa.Posso ou nao escrever na atlantico.Ok nao sou teu amigo mas sempre podes abrir um exepcao!!... ou n?

 

Blogger PPM said ... (5:35 da tarde) : 

Escrevendo tão mal como escreve, a resposta é não, obviamente.

 

Blogger RAF said ... (6:14 da tarde) : 

Só haverá distorção da concorrência com prejuízo para os consumidores se:

a) a empresa que resultar da fusão da Optimus com a PT não alienar a licença para operar a uma outra entidade, que poderá deste modo ocupar o espaço vazio;

b) a Vodafone não aproveitar esse deslize para aumentar a sua quota.

Como aliás refere Schumpeter, num mercado concorrencial (i. é, onde um novo operador possa actuar) a entidade que conjunturalmente tem um dado ascendente no mercado não deve abusar da sua posição dominante, pois se assumir uma atitude não concorrencial rapidamente o seu espaço será ocupado.

Pergunto-me o que a ONI - que tem uma licença para operar (o 96) que nunca usou - vai argumentar no caso do mercado móvel.

Num mercado de comunicações, sem a PT, e desde que haja acesso a novos operadores, dificilmente se poderão gerar situações de monopólio.

 

Blogger RAF said ... (6:18 da tarde) : 

Onde se lê 96 leia-se 95. Lapso grave.

 

Anonymous JB said ... (7:15 da tarde) : 

Schumpeter era um teórico. A Microsoft, as farmacêuticas, e todas as empresas que congelam quotas de mercado, provam-no.

 

Anonymous Anónimo said ... (12:41 da tarde) : 

" Escrevendo tão mal como escreve, a resposta é não, obviamente."

Entao só me resta tentar ser teu amigo pah. Sempre tenho a entrada garantida.



ja te disse que es um gajo muita porreiro?!

 

Anonymous anóniminho said ... (2:02 da tarde) : 

e pah, mas não ves que o gajo só é amigo de gajos que escrevem bem. tu nã serves pá, és burro como uma pedra.

 

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