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quinta-feira, março 02, 2006

Privilégios de trabalhar até tarde

Um funcionário público nunca poderá saber que, por volta desta hora - quando até os táxis rareiam nas ruas, pois aproxima-se o momento de o motorista da noite ceder o volante ao motorista do dia -, a mudança dos semáforos de verde para vermelho (e vice-versa) faz entrar pelos ouvidos um ruído mecânico tanto mais surreal quanto indetectável (ainda que sempre presente) por quem só percorre as ruas nas ruidosas horas de expediente. Ou que há bandos de pombos brancos a esvoaçar de um quarteirão para o outro, precisamente como nos filmes do John Woo, embora nas salas de cinema não cheire a necessidades de vagabundos.

[Leonardo Ralha]

Comments on "Privilégios de trabalhar até tarde"

 

Anonymous Anónimo said ... (2:20 da tarde) : 

Ó Leonardo, aposto que o João Miranda concorda que um funcionário público nunca terá essas experiências misticas das madrugadas, após uma dura jornada de trabalho pela noite dentro ;).

caramelo

 

Anonymous Maria said ... (3:31 da tarde) : 

É uma pena que essa mentalidade de que os funcionários públicos não trabalham e os outros é que são uns grandes trabalhadores se matenha e, pior do que isso, seja alimentada com comentários estúpidos como os do "grande trabalhador Leonardo Ralha". Sou funcionária pública (professora auxiliar numa universidade) e trabalho praticamente todas as noites começando sempre o meu dia de trabalho às 8.00 da manhã (hora a que o Leonardo certamente ainda está a descansar depois de um serão como o de ontem).
Como em tudo na vida há bons e maus trabalhadores seja qual for a função ou cargo que exerçam. É básico e primário considerar o funcionário público o grande malandro do Estado. Tenho pena que ainda haja esta mentalidade.

 

Anonymous Leonardo Ralha said ... (4:07 da tarde) : 

E eu tenho pena que haja uma professora auxiliar de uma universidade pública capaz de utilizar a palavra "estúpido" ao dirigir-se a outra pessoa sem conseguir identificar-se mais do que "Maria". Mas deve ser por estar muito cansado de trabalhar praticamente todas as noites e levantar-se às oito da manhã.

Cumprimentos.

 

Anonymous Anónimo said ... (4:49 da tarde) : 

Pois. Há pessoas de hábitos diurnos e pessoas de hábitos nocturnos. O que isso tem a ver com funcionários públicos, ultrapassa-me. Médicos, enfermeiros, trabalhadores da limpeza, professores, creio que ainda trabalham na função pública...Se calhar, não tanto por hábito, mais por necessidade. Agora que a arroganciazinha alheia os imagine só nas "horas de expediente", o que quer que isso seja, é inconsciência, é irresponsabilidade, é ignorância. Reveja lá os seus conceitos. Só lhe fazia bem. E exprimente conhecer a função pública. Ainda é cpaz de se surpreender...

 

Anonymous Anónimo said ... (4:52 da tarde) : 

hehehe, quando alguém aqui disser que um comentário é estúpido, deve identificar-se, senão o leonardo ralha. Eu também acho que a maria nunca saberá o que é uma revoada de pombos brancos na madrugada, tenha lá paciência, ó maria ;)

caramelo

 

Blogger Filipe Moura said ... (5:47 da tarde) : 

O Leonardo referiu-se (provocatoriamente, e claro) aos "funcionarios publicos", mas queria referir-se sobretudo a quem tem um horario de trabalho fixo, "das nove as cinco". Em nenhuma parte do texto do Leonardo e referido que quem trabalha "das nove as cinco" trabalha menos (ate porque tal nem e verdade). O comentario da Professora Maria revela que ela e que subliminarmente tem o preconceito de que acusa o Leonardo! Pois e, e para este tipo de coisas que e importante ver-se "o avesso do avesso", passe a publicidade.
Leonardo, eu queria ter-te mandado um email mas nao tenho o teu email pessoal. Mandei um colectivo para o email do Acidental.

 

Anonymous Leonardo Ralha said ... (9:50 da tarde) : 

We sing the same song, Filipe.

Hoje só trabalhei das 12h00 até 21h30 e estou mais arrasado do que ontem, quando o fiz das 10h30 até às 05h00 de hoje.

Mas mais do que isso é o estranho encanto de sair arrasado de cansaço da redacção e ouvir os pequenos sons da avenida antes de chegar o táxi salvador que me conduz até casa. Como se a missão tivesse sido cumprida (mas nunca está). E isso suponho que até a professora Maria poderá compreender...

Abraço

 

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