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segunda-feira, março 20, 2006

O Zé do Big Brother também achava o mesmo

Realmente, só apetece ir para a rua e gritar.

Joana Amaral Dias no "DN" de hoje, a propósito das manifestações em França.

[PPM]

Comments on "O Zé do Big Brother também achava o mesmo"

 

Blogger Olindo Iglesias said ... (1:56 da tarde) : 

Mas esta gaja não tem mesmo vergonha na cara. A determinada altura diz "(...)Por isso, perante a proposta de selvajaria, foi possível uma resposta solidária. E a ligação entre jovens e sindicatos.(...)"

Será que esta doutora de vão de escada entende por resposta solidária saques, motins, pilhagens, tumultos, e afins? E quanto ao resto nem uma palavra?

Efectivamente Portugal é um país de doutores bem falantes. Pena é faltar conteúdo.

 

Blogger AMAFAS said ... (2:04 da tarde) : 

Decidiu-se: está de volta ao Bloco!

 

Anonymous Anónimo said ... (2:38 da tarde) : 

Eu acho que as manifestações são a resposta adequada quando a legislação diz "não" a uma juventude productiva, responsável e participativa no futuro e na sustentação dos que já não trabalham.

 

Blogger Rui Castro said ... (3:01 da tarde) : 

Concordo com ela, também a mim me apetece ir para a rua gritar... contra esta malta que nada faz e tudo quer; contra esta cambada de inúteis que vivem do Estado sem nada produzir e que não conhecem a palavra trabalho.

 

Anonymous Nuno Ferreira Martins said ... (4:25 da tarde) : 

Este comentário foi removido por um administrador do blogue.

 

Anonymous Anónimo said ... (4:27 da tarde) : 

a Joaninha que vá masé tratar do compelxo de Electra dela primeiro, e depois pode vir arrotar as postas de pescada que quiser!

 

Blogger filipe said ... (5:22 da tarde) : 

Mais uma prova da racionalidade esquerdista portuguesa. Sim, a solução é ir para a rua gritar e mandar tijolos à autoridade. Sim, a culpa é dos lucros mirabolantes da banca. Sim, a culpa é do aquecimento global. Esta senhora é demais.

 

Anonymous Anónimo said ... (6:06 da tarde) : 

Este comentário foi removido por um administrador do blogue.

 

Anonymous Karl Marques said ... (11:48 da tarde) : 

Pelo que vejo esta malta aqui tem um sentido apurado de respeito pelos trabalhadores. Para vocês era

"Se em mandasse neles
os teus trabalhadores
seriam uns amores
greves era só
das seis e meia às sete
em frente a um cassetete
primeiro de Maio
só de quinze em quinze anos
feriado em Abril
só no dia dos enganos
e reivindicações
quanto baste ma non troppo"

a joana e os milhões de estudantes e trabalhadores franceses têm toda a razão

 

Anonymous Nuno Ferreira Martins said ... (12:19 da tarde) : 

Caro Karl Marques,

O Maio de 68, como o nome indica, foi em 1968!

Chamberí, no ano da graça de 2006.

 

Anonymous Anónimo said ... (11:23 da tarde) : 

Quanto mais a oiço, mais reparo no admiravel par de mamas que tem...o resto é irrelevante.

 

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