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terça-feira, março 14, 2006

Discórdias internas

Ao contrário do Rodrigo e do Jacinto, espero que João Carlos Espada continue a escrever na Nova Cidadania e no Actual do "Expresso". Porque eu gosto de o ler.

[PPM]

Comments on "Discórdias internas"

 

Blogger Paulo Alves said ... (2:02 da manhã) : 

PPM/PA.Mas, naturalmente, também se aceita que Cavaco esteve bem, ao chamá-lo para a sua equipa, portanto, nesse particular é: RMD/JMB/PA.

 

Blogger Miguel said ... (9:45 da manhã) : 

Concordo com o PPM. Só acho que a actual "localização" da coluna do Prof JCE no Expresso não será a mais indicada para aquele tipo de artigos.

 

Anonymous Anónimo said ... (11:28 da manhã) : 

Deus. O Espada ahahahahahahaahahahahahahah bem v. também já é só rir

 

Anonymous Anónimo said ... (11:40 da manhã) : 

Mas é claro que a presente localização é adequada. Que outro caderno do Expresso se prestaria a discutir a gentlemanship, o calçado e outras questões de classe? Bom, talvez a Única, concedo.

 

Anonymous sérgio m said ... (11:48 da manhã) : 

Grande PPM. "Gosto de ler o Espada". Eu também, faz-me rir. Rir desbragadamente. Porque ali se vê que o ridículo não conhece limites, nem mata, afinal.

 

Anonymous Nuno Ramos de Almeida said ... (3:17 da tarde) : 

PPM,
Estou mais uma vez completamente de acordo contigo. Está a tornar-se preocupantemente estranho (não seria altura de me mandares uma proposta para militante do PP com uma foto do Pacheco Pereira?). A coluna do Espada é a minha leitura obrigatória, junto com o jornal da "Matemática para Talhantes", nesse profundo saco de plástico que é o Expresso.
Só tenho uma sugestão, que em virtude das tuas afinidades e interesses com o autor, peço que lhe proponhas: não seria possível ante-titular a coluna como a "madrasta dos Monty Python" ou a "A vida de Brian"?

 

Anonymous Anónimo said ... (3:20 da tarde) : 

Ler o Espada dá para rir, mas também dá para enjoar. Dá para rir quando ele faz as suas habituais referências à gentlemanship, às gravatas e aos sapatos. Mas também dá para enjoar quando se percebe que as suas «crónicas» são vazias de conteúdo, e que não passam de um vomitado daquilo que os seus mestres (Poppers, Hayeks, Berlins, Burkes, etc)lhe ditaram.
Mas no fim fica-se com pena dele, pois percebe-se que os seus inimigos de estimação (jacobinos, soviéticos e pós-modernos - e agora também os terroristas islâmicos)não passam de fantasmas que perseguem uma alma traumatizada pelo seu passado de pseudo-revolucionário.

 

Blogger Miguel said ... (5:06 da tarde) : 

Estou a ver que a coluna do Prof JCE tem bastantes leitores!

...ainda que alguns a leiam por puro masoquismo. Pode ser que aprendam qualquer coisa, entretanto.

 

Anonymous Anónimo said ... (7:35 da tarde) : 

Aprender, aprende-se...
Aprende-se a ser repetitivo.
Aprende-se a ser vazio.
Aprende-se a ser snob.
Aprende-se a ser cómico.
Aprende-se a seguir uma cartilha. Aprende-se a ser um português que queria ser inglês.

E aprende-se a ser contraditório: liberal na economia mas conservador nos costumes. Um defensor de regras espontâneas do mercado, mas também um defensor de regras forçadas nos costumes e na moral. Ou por outras palavras: um selvagem na economia, mas um «gentleman» nos costumes.
Como a vida sócio-económica não tivesse influência nos costumes. O homem só gosta de fatos e gravatas, mas a verdade é que o que a economia espontanea produz e vende são calças de ganga.

 

Blogger PPM said ... (7:48 da tarde) : 

É verdade Miguel, pois se até o Nuno Ramos de Almeida o lê. Eu leio com prazer e foi meu professor na Católica numa pós-graduação em segurança e defesa - e é um excelente professor. Mas eu sou um perigoso direitista, ou lá o que é.

PPM

 

Anonymous Anónimo said ... (9:11 da tarde) : 

Quando o PPM foi aluno, na pós-graduação em segurança e defesa, do Sir Espada, este ainda não defendia os ataques preventivos, pois não?
Ou será que a pós-graduação foi feita depois de Setembro de 2001?

 

Anonymous Nuno Ferreira Martins said ... (10:58 da tarde) : 

O Espada cometeu o mais grave erro que se pode cometer à e/ou na esquerda: não afina pelo diapasão. Ou seja, diz o que pensa, ainda que isso não seja condizente com a sua condição de "esquerdista". Sapatos? Gravatas? "Gentlemanship"? Até parece que o Espada é o único homem de esquerda que se aburguesou... O Nuno Ramos de Almeida que diga quando faz anos e a sua morada que eu faço-lhe chegar uns pullovers coçados e umas calças à boca de sino que pra cá tenho!

 

Anonymous Anónimo said ... (10:05 da tarde) : 

O PPM, nos seus últimos posts, mostrou a profunda admiração que tem pelo Sir Espada assim como pelo bruto do Pulido Valente.
Caso não tenha lido a crónica deste último no «Público» de hoje, eu faço-lhe o favor de transcrever o que ele disse do primeiro:

O Espada é «um papagaio do ultraconservadorismo dos EUA».

E esta, hein? O Valente diz aquilo que eu disse aqui: que o que o Sir escreve não passa de um vomitado daquilo que os seus mestres lhe ditaram. Os papagaios enjoam, como eu disse.
E o PPM gostou de o ter como professor!!

 

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