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terça-feira, fevereiro 21, 2006

O anti-semitismo já mata em França!










Ilan Halimi
Torturado e morto em França

French Min. Sarkozy: Killing of Jewish man was anti-Semitic act

French Interior Minister Nicolas Sarkozy denounced the torture and killing of a young Jewish man on February 13 as an anti-Semitic crime on Tuesday and said police had found literature linking some suspects to Muslim causes.
Police had previously said the killing was motivated by greed for a ransom and not any religious motive.

Sarkozy called the killers barbaric criminals and urged people not to draw racist conclusions - a clear warning against blaming France's Muslim community, which was widely suspected in a wave of anti-Jewish attacks several years ago."The truth is that these crooks acted primarily for sordid and vile motives - to get money - but they were convinced that 'the Jews have money' and ... his family and community would provide it," Sarkozy told parliament.

"That's called anti-Semitism by conflation," he said, adding four of six other people the gang tried to kidnap were Jewish. Sarkozy said police had linked some suspects to documents supporting Palestinian and arch-conservative Islamic causes.

By Reuters

[LG]

Comments on "O anti-semitismo já mata em França!"

 

Blogger Rui Castro said ... (12:01 da manhã) : 

Onde estão os posts que ainda agora por aqui andavam?

 

Anonymous Nuno Ferreira Martins said ... (8:15 da manhã) : 

Caro Luis,
É obviamente condenável qualquer tipo de tortura, ou assassinato de qualquer pessoa, seja pela razão que for. O assassinato do jovem francês pode ter tido razões pecuniárias ou religiosas, tanto faz, é lamentável, e insere-se na lógica de vaga de assalto que o extremismo islâmico está a aplicar contra o mundo Ocidental. Flagelação, aliás, que conta com a conivência de insuspeitos sectores.
Ainda esta semana o escritor David Irving foi condenado na Áustria por ter negado o Holocausto nazi. Pergunto-le eu: se o mesmo escritor negar o Gulag soviético, o que lhe acontecerá? Será condenado a qualquer tipo de pena? Ou o resultado de tão arriscada tese será somente a sua exclusão do círculo intelectual politicamente correcto?
por outro lado o PCP vem alertar para o "orçamento militar recorde" dos EUA, extraíndo daqui a brilhante conclusão que o cartoon-gate é uma manipulação norte-americana para servir de pretexto a uma hipotética "agressão imperalista". Pelos vistos, para o PCP (e infelizmente, nesta posição não estão tão isolados como deveriam estar), o facto de o Irão estar a fazer uma corrida ao armamento nuclear, e o seu líder produzir o género de afirmações que produz, não os preocupa minimamente.

 

Anonymous LG said ... (12:49 da tarde) : 

Caro Nuno Ferreira Martins:

Este artigo está hoje no Diário Digital:

A Europa tem um péssimo futuro pela frente, a acreditar num crescente número de analistas norte-americanos que falam em estagnação económica, queda demográfica e numa emergente e instável minoria muçulmana.



Estas análises são apoiadas por uma projecção dos serviços de informações norte-americanos (CIA) que, num recente relatório, indica que a União Europeia poderá «dividir-se» ou «desintegrar-se» até 2020, caso não sejam efectuadas reformas radicais nos seus sistemas económico e de segurança social.
O documento alerta também para o facto de que a população muçulmana da Europa deverá aumentar de cerca de 13 para entre 22 e 37% até ao ano 2024, «provocando tensões».

O comentarista norte-americano Fareed Zakaria escreveu na semana passada no Washington Post que «o declínio económico da Europa» na próxima década será a tendência «com mais consequências» na cena política internacional.

O Produto Interno Bruto per capita da União Europeia é actualmente 25% mais baixo do que nos Estados Unidos e, mais importante do que isso, essa diferença tem vindo a aumentar nos últimos 15 anos, realça o comentarista.

«Cada vez que algum político tenta fazer pequenos e hesitantes esforços para se introduzirem reformas, greves e protestos paralisam o país», escreveu Zakaria, acrescentando que mesmo no campo da investigação científica a Europa está a atrasar-se.

«No campo das ciências biomédicas, por exemplo, a Europa não está no mapa e poderá ser ultrapassada por países asiáticos mais pobres», precisou.

O comentarista abordou também a questão demográfica para afirmar que dentro de 25 anos o número de europeus em idade activa vai cair em 7% enquanto o número de pessoas com mais de 65 anos de idade vai aumentar 50%.

Sendo o mercado de trabalho para pessoas com mais de 60 anos muito pequeno, uma possibilidade seria aumentar a idade de reforma, mas isso «tem enfrentado uma avalanche de protestos», disse ainda.

A possibilidade de mais imigração para resolver o problema não será apoiada por ninguém, pois «a recente controvérsia dos cartoons realçou de maneira poderosa as dificuldades que a Europa tem com os seus imigrantes», acrescenta Zakaria.

Outro comentarista norte-americano, George Will, lembra que as estatísticas da UE indicam que até ao ano 2010 «as mortes vão exceder os nascimentos na União Europeia».

«Até 2013 a população de Itália vai começar a entrar em declínio; no ano seguinte será a vez da população da Alemanha começar a cair», afirma Will, referindo que mesmo a imigração não conseguirá a partir de 2025 impedir o declínio da fertilidade «de acelerar».

As suas previsões são apoiadas por estudos das Nações Unidas, segundo os quais a população da actual União Europeia deverá cair em cerca de 7,5 milhões de pessoas nos próximos 45 anos enquanto nos Estados Unidos a população deverá crescer 44% entre 2000 e 2050.

Também Niall Ferguson, professor de História Internacional na Universidade de Harvard e investigador no Instituto Hoover, afirma que na história «nunca houve uma redução tão prolongada da população europeia deste a Peste Negra no século XIV».

«Ou os Europeus, que são hoje bebés, vão gastar a sua vida como trabalhadores a pagar níveis de impostos de 75%, ou a reforma e cuidados de saúde «grátis terão pura e simplesmente que ser abolidos», escreve Ferguson.

«Como alternativa (ou a título adicional), os Europeus terão que tolerar mais imigração legal», diz o historiador, acrescentando que essa imigração terá que vir necessariamente de países muçulmanos.

Outros estudos publicados nos Estados Unidos realçam que, desde 1970, 20 milhões de muçulmanos imigraram legalmente para a Europa o que, no dizer do comentarista George Will, «é o total das populações da Irlanda Dinamarca e Bélgica».

Outros comentaristas norte-americanos referem a crescente incapacidade europeia de projectar poder no globo devido aos constantes cortes nos orçamentos da Defesa.

Entre 2001 e 2005 o Reino Unido, França, Itália, Polónia, Espanha e Alemanha reduziram as suas forças militares, enquanto houve um ligeiro aumento nos Estados Unidos.

A percentagem do Produto Interno Bruto gasta na Defesa aumentou de três para 3,7% nos Estados Unidos desde 2001, enquanto caiu nos restantes países da NATO - no total de 2,02 para 1,8% -, de acordo com dados do Pentágono.

Responsáveis do Departamento de Defesa norte-americano citados pela imprensa local mostraram-se alarmados com estas estatísticas, afirmando que os países europeus têm hoje capacidades «reduzidas» em aviões não tripulados, transporte de carga, tecnologia e armas de alta precisão.

Quer mais? Mande sempre!

 

Anonymous Anónimo said ... (7:59 da manhã) : 

Era um gang que raptaou dezenas de pessoas, por dinheiro. Esse jovem morreu porque nao pagou. Porventura os assaltantes até nem sabia que era judeu ou deixava de ser. Ou entao sabiam e pensaram que era rico. Falar de anti-semetismo por dá cá essa palha é triste. Pois parece que querem é a guerra de grupos.

 

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