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quarta-feira, fevereiro 22, 2006

Nota sobre David Irving


Só para lembrar que poucos Estados na história da humanidade foram tão adeptos da liberdade de expressão incondicional como a República de Weimar.

[Rodrigo Moita de Deus]

Comments on "Nota sobre David Irving"

 

Blogger Miguel said ... (5:06 da tarde) : 

Felizmente depois veio esse senhor da foto que tratou de por ordem na casa.

PS: O teu post ofendeu-me. Onde é que fica a tua embaixada?

 

Anonymous luispedro said ... (5:08 da tarde) : 

Essa é a mesma República que prendeu Adolf Hitler que conseguiu transformar essa mesma prisão num grito de propaganda?

 

Blogger André Azevedo Alves said ... (6:25 da tarde) : 

O senhor da fotografia, tal como O RMD nao se deixava enganar pelos perigosos liberais nem pelas suas utopias capitalistas. Ja' nao ha' estadistas como antigamente...

 

Anonymous pepe said ... (6:48 da tarde) : 

Curioso...não tenho ideia de que a República de Weimar tivesse qualquer tipo de paixão pela liberdade de expressão. Não haverá confusão pelo facto de ter sido um periodo da história europeia e alemã de impressionante produção ideológica, artistíca, etc?
Mas mesmo que fosse assim, o que pretende dizer? E que quer dizer com "liberdade de expressão incondicional"?

 

Anonymous Afredo Gil said ... (11:46 da tarde) : 

Pois... também me parece que o RMD não deve ter percebido o que leu, ou deve ter ouvido mal o que alguém lhe contou...

 

Anonymous Anónimo said ... (3:34 da manhã) : 

...lembrem-se do que disse um merceeiro alemão sobre o terceiro reich:

"antes tinhamos votos, opiniões, partidos. agora não, somos livres!"

 

Blogger Miguel said ... (11:52 da manhã) : 

Merceeiro ou pasteleiro?

 

Anonymous EUROLIBERAL said ... (10:26 da manhã) : 

CHEGA DE MANIPULAÇÃO HISTÓRICA PELO NAZI-SIONISMO !

Verdadeira mistificação e manipulação da história esta concepção do carácter "único e específico" de Auschwitz. Isso serve os interesses sionistas de esconder por detrás dessa cortina de fumo os massacres, a limpeza étnica, o apartheid, a humilhação e infernização da vida quotidiana dos Untermenschen palestinianos que teimam em não ceder as suas terras imemoriais ao Lebensraum do Reich sionista. Sem a pornografia memorial do holocaustozinho, verdadeiro fond de commerce da diplomacia sionista, o mundo não toleraria um décimo do que se faz impunemente na Palestina desde a Nakba de 1948.

Logo, esta questão das dimensões exactas do holocaustozinho tem um relevância política e histórica extrema. Daí, o ela ser a única questão de investigação científica actual a ser "verrouillée" por um arsenal jurídico penal !

E isso leva a conclusões hilariantes. Pretender que o GRANDE HOLOCAUSTO russo (misto do Gulague e da invasão hitleriana, que vitimaram 50 milhões de russos) é irrelevante e quase desprezível face ao holocaustozinho do "povo eleito" (sim, porque os judeus não são uns reles gentios Untermenschen como a mujicada russa...), mesmo "inchado" até à cota 6 milhões por uma verdade dogmática blindada por uma couraça legal (20 anos de cadeia austríaca fazem ter juízo ao historiador mais afoito...), é, convenhamos, o cúmulo dos cúmulos.

E no entanto esta bizarria passa (ainda) por senso comum...

As explicações dadas são mais desonestas que as de Irving, quando este no passado negou completamente a shoazinha. Diz-se que o gulague é uma sobrevivência czarista. Ora esta, num período de ataques terroristas generalizados, vitimou cerca de 6000 vítimas. Nada de comparável ao gulague e à arma da fome que causaram 20 milhões de vítimas de 1917 a 1953, a que acrescem os 27 milhões de vítimas russas dos nazis hitlerianos, vencidos nas estepes russas em batalhas de titãs, e não nas escaramuçazinhas do lado ocidental.

Fala-se em especificidade racista e sistemática da shoazinha para a singularizar. Ora, nada disso Hitler inventou. Lenine e Estaline já o tinham feito. O gulague foi a aniquilação sistemática de etnias (alemães do volga, bálticos, tchechenos,inguches, cossacos, etc.), mas sobretudo de classes sociais.

Dizia um chefe da Tcheka já em 1918: "Nós não fazemos a guerra a pessoas em particular. Nós exterminamos a burguesia como classe. Não deveis procurar na investigação documentos ou provas do que os acusados fizeram contra a autoridade soviética. A primeira questão que deveis colocar é a que classe eles pertencem, qual a sua origem, educação, instrução e profissão"

Morria-se por pertencer a uma classe, apriori "culpada" pelo simples de facto de não ser o "proletariado". Um racismo de classe, portanto. Nisso, há equivalência como o holocaustozinho judeu. Só que não foram dois ou três milhões, como neste, foram 50 (com a II Guerra). E não falemos já do Holocausto chinês de 65 milhões e outros mais pequenos, mas que somam muitos milhões (ver o Livro Negro). Haja decoro ! Respeite-se o sacrifício de muitas dezenas de milhões de vítimas dos totalitarismos estalinista e hitleriano, de que os judeus são uma pequeníssima parte. Os sionistas querem monopolizar a compaixão e o luto mundiais pela pior das razões: ocultarem com essa manipulação histórica e emocional os horríveis crimes nazi-sionsitas que se estão a cometer no Médio Oriente !

 

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