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sexta-feira, fevereiro 10, 2006

É capaz de ser impressão de marialva,

Rodrigo. Ou talvez da jornalista do "Público", espero. O que eu assinei foi um comunicado em que se apelava à solidariedade com "um país europeu que partilha connosco um projecto de união que, a par do progresso económico, pretende assegurar aos seus membros, Estados e Cidadãos, a liberdade de expressão e os valores democráticos a que sentimos ter direito." Sobre protestantismo não li palavra, mas, como diria Freitas do Amaral - é interessante verificar como os "conservadores marialvas" concordam nesta questão dos cartoons com o professor centrista -, essa não é a verdadeira questão.

[PPM]

Comments on "É capaz de ser impressão de marialva,"

 

Blogger Tiago Mendes said ... (7:28 da tarde) : 

Caro Paulo,

Julgo que o ponto do ROdrigo, que tem alguma validade, e' dizer, no seu tom brincalhao, que quando nos metemos numa manifestacao convocada por "malta de esquerda", o perigo de depois haver um "efeito colateral" desagradavel e' grande. Neste caso, se o manifesto era praticamente inatacavel, havia sempre a possibilidade eminente de um "desvio esquerdista". Nao que a carta entregue responsabilize o Paulo, ou o Vasco Rato, ou quem quer que la' tenha estado. Mas que as palavras nessa carta sao infelizes, acho impossivel de discordar ('a direita).

Logo, acho que a critica ao Rodrigo nao e' muito lucida. Ele tem alguma razao no ponto que faz.
E isso nao invalida que se apoie o manifesto, nem muito menos que se apoie Freitas do Amaral. Isto e' independente do Rodrigo o ter feito ou nao - e' um argumento geral.

Eu discordo da escolha da embaixada, porque o que esta' em causa e' a "liberdade de expressao", e nao os dinamarqueses. Embora entenda a escolha - 'a falta de melhor, ja' que nao temos nenhuma "Speaker's Corner", e o sindicato dos jornalistas nao e' assim tao recomendavel - acho que isso ajuda 'a logica de barricada. E ha' uma luta, de facto. Mas nao e' entre a "Dinamarca" e o Islao. Por as coisas nesse patamar, ainda que se entenda a dificuldade duma escolha melhor, nao e' o melhor.

Foi o que disse aqui ao Bernardo:

http://notasvarias.blogspot.com/2006/02/liberdade-de-expresso-sem-ses-e-mas.html

PS: ainda bem que as caixas fechadas aos comentarios voltaram a estar abertas - obrigado no que me toca como leitor/comentador.

 

Anonymous douro said ... (10:47 da tarde) : 

O PPM é pela liberdade de expressão a tal ponto que ontem eliminou as caixas de comentàrios que se enchiam em desacordo ao seu entusiasmo manifesteiro. Para acalmar a malta, dizia ele. Boa!

 

Anonymous Sá Morais said ... (11:15 da tarde) : 

Esse gajo sempre foi lambe botas por natureza, não marialva, nem conservador, mas um lambe-botista de primeira linha. Requintado, lá na escola de educação católica onde esteve.

 

Anonymous Luisa Jacobetty said ... (2:41 da manhã) : 

Caros senhores,
Lamento, mas tenho dois reparos a fazer, um a Tiago Mendes: não sou de esquerda, nunca fui, se alguma coisa fui foi pela coroa, (não digo qual) e fui eu, esta é para ti, PPM, que te dei a assinar o que assinaste, que foi a carta que abaixo te deixo. (E não o comunicado/convite para onde linkaste.)
É verdade ainda que o Público, na sua transcrição de pedaços dessa mesma carta, omitiu uma palavra. Chave. Lá terá tão sério jornal as suas razões.
"Ironia", meus senhores. É essa a chave. Ou será crime, a meio de um empolamento mundial em volta de simples desenhos cómicos, entregar numa embaixada uma carta com humor? Batam mais nos ceguinhos, vá.
Cá fica então a incrível carta.

Exmo Sr.
Embaixador em Portugal
do Reino da Dinamarca

Vimos por este meio manifestar a nossa solidariedade, e a dos muitos portugueses que acreditamos comungarem do nosso ponto de vista, com os cidadãos (cartoonistas e não-cartoonistas) da Dinamarca, com quem estamos convictos de partilhar um espaço de liberdade de expressão democrática, na defesa do sagrado direito à discordância de pontos de vista.

Vimos por este modo agradecer a oportunidade conferida pela estranha polémica dos cartoons sobre o Profeta Maomé para sublinhar que, face a uma postura de intolerância, a melhor resposta não é nem a intolerância nem a cobardia, mas a ironia. Por isso, nos rejubilamos, como portugueses, com a possibilidade de nos solidarizarmos com uma nação mais rica, mais próspera, mais culta, mais protestante, e mais alta que a nossa própria.

Queira transmitir à Coroa dinamarquesa os nossos mais respeitosos cumprimentos.

 

Blogger PPM said ... (3:20 da manhã) : 

Está tudo esclarecido, Luísa, vou publicar lá em cima. Se calhar tenho alguma responsabilidade nisso, mas há por vezes uma tendência geral por aqui para reduzir tudo a esquerda e direita.

Paulo

 

Anonymous Luisa said ... (3:54 da manhã) : 

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