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terça-feira, setembro 27, 2005

Colombianização de Portugal

No seguimento do post do Luciano sobre a latino-americanização de Portugal, mais uma para ajudar à festa (Público, hoje, sem link):

«O tribunal de Mértola absolveu ontem os dois arguidos acusados de serem os responsáveis pelo grande incêndio da serra do Caldeirão, ocorrido no verão de 2004, durante o qual arderam cerca de 30 mil hectares de floresta.
O fogo causou mais de 40 milhões de euros de prejuízo a 1720 proprietários.
Os presumíveis incendiários, representados pelo advogado João Nabais, depois de terem confessado à PJ e ao juiz de instrução a autoria dos crimes, usaram do direito de não responder a quaisquer perguntas durante o julgamento e acabaram por sair em liberdade, por não se ter provado a acusação».

Num país onde a maioria dos crimes tem este desenlace, onde o poder político não actua em conformidade com a gravidade dos casos e o judicial muito menos, não nos admiremos que a população se radicalize, organizadas em milícias, ou que sejam carneiros dos movimentos políticos mais radicais, e tudo isto se transforme num apodrecimento do sistema democrático que deveria assentar, acima de tudo, no primado da lei.
As últimas semanas confirmam que a "colombianização" está em marcha.

[Bernardo Pires de Lima]

Comments on "Colombianização de Portugal"

 

Anonymous Anónimo said ... (12:27 da tarde) : 

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Blogger Hoka Hei said ... (3:36 da tarde) : 

Para compensar, o mercado da cocaína vai liberalizar-se, permitindo o consumo a preços bem mais adaptados ao poder de compra dos portugueses. Agora, vamos deixar de ter motivos para andar deprimidos!

 

Blogger Cafonso said ... (3:45 da tarde) : 

Será que basta que um arguido confesse um crime para não se fazer investigação adicional.

Depois não se podem admirar que quem julga se veja obrigado a mandar em liberdade.

O Juiz tem que interpretar a lei, tem que analisar as provas e se em tribunal não ficar provado só tem que mandar em liberdade.

 

Anonymous Anónimo said ... (4:08 da tarde) : 

Talvez seja a altura de perguntar a quem serve esta justiça ou melhor quem beneficia com este estado das coisas ?
Confissão perante o juiz de instrução que não tem qualquer valor em audiência!
Parece que o post é bem esclarecedor...

 

Blogger Teófilo M. said ... (7:26 da tarde) : 

Se as confissões não servem para nada, se o juiz de instrucção não serve para nada, se a investigação não serve para nada, para que é que se fazem julgamentos, se os juízes não podem condenar baseados na Lei!

Será que a Lei também não serve para nada!?

 

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