Colombianização de Portugal
| No seguimento do post do Luciano sobre a latino-americanização de Portugal, mais uma para ajudar à festa (Público, hoje, sem link): «O tribunal de Mértola absolveu ontem os dois arguidos acusados de serem os responsáveis pelo grande incêndio da serra do Caldeirão, ocorrido no verão de 2004, durante o qual arderam cerca de 30 mil hectares de floresta. O fogo causou mais de 40 milhões de euros de prejuízo a 1720 proprietários. Os presumíveis incendiários, representados pelo advogado João Nabais, depois de terem confessado à PJ e ao juiz de instrução a autoria dos crimes, usaram do direito de não responder a quaisquer perguntas durante o julgamento e acabaram por sair em liberdade, por não se ter provado a acusação». Num país onde a maioria dos crimes tem este desenlace, onde o poder político não actua em conformidade com a gravidade dos casos e o judicial muito menos, não nos admiremos que a população se radicalize, organizadas em milícias, ou que sejam carneiros dos movimentos políticos mais radicais, e tudo isto se transforme num apodrecimento do sistema democrático que deveria assentar, acima de tudo, no primado da lei. As últimas semanas confirmam que a "colombianização" está em marcha. [Bernardo Pires de Lima] |


Comments on "Colombianização de Portugal"
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Anónimo said ... (12:27 da tarde) :
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Hoka Hei said ... (3:36 da tarde) :
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Carlos Afonso said ... (3:45 da tarde) :
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Anónimo said ... (4:08 da tarde) :
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Teófilo M. said ... (7:26 da tarde) :
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Para compensar, o mercado da cocaína vai liberalizar-se, permitindo o consumo a preços bem mais adaptados ao poder de compra dos portugueses. Agora, vamos deixar de ter motivos para andar deprimidos!
Será que basta que um arguido confesse um crime para não se fazer investigação adicional.
Depois não se podem admirar que quem julga se veja obrigado a mandar em liberdade.
O Juiz tem que interpretar a lei, tem que analisar as provas e se em tribunal não ficar provado só tem que mandar em liberdade.
Talvez seja a altura de perguntar a quem serve esta justiça ou melhor quem beneficia com este estado das coisas ?
Confissão perante o juiz de instrução que não tem qualquer valor em audiência!
Parece que o post é bem esclarecedor...
Se as confissões não servem para nada, se o juiz de instrucção não serve para nada, se a investigação não serve para nada, para que é que se fazem julgamentos, se os juízes não podem condenar baseados na Lei!
Será que a Lei também não serve para nada!?