Chat acidental e uma metáfora
| Caro Eduardo, A questão do tratado constitucional faz-me lembrar o drama do casal que vive em união de facto há mais de vinte anos mas embirra que não quer casar. A formalização da coisa tem vantagens. Formais, jurídicas e técnicas... como os benefícios fiscais, por exemplo. Mas consigo compreender as razões do casal. O simbólico não é só simbólico. O casamento muda muita coisa. Acima de tudo mentalidades. Talvez por isso não estranhava se me tivesses respondido que a palavra constituição te causava algum incómodo. Aceito e tenho alguma sensibilidade para a matéria. Porém, não deixa de ser verdade que quando aceitámos ir viver juntos, sabíamos ao que íamos. Ninguém se pode dizer enganado. Ninguém se pode queixar nem sequer de falta de aviso (até mesmo por cá). O projecto europeu só tem um sentido . Afinal e respeitando a minha metáfora, terminaria dizendo: um casamento é por uma vida, o projecto europeu é por várias. [Rodrigo Moita de Deus] |


Comments on "Chat acidental e uma metáfora"
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Carlos Guimarães Pinto said ... (11:36 da manhã) :
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Anónimo said ... (12:09 da tarde) :
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Anónimo said ... (12:14 da tarde) :
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Anónimo said ... (12:49 da tarde) :
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AMN said ... (2:13 da tarde) :
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Anónimo said ... (2:21 da tarde) :
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Anónimo said ... (2:29 da tarde) :
post a commentO casal que referes e hetero ou homossexual? Acho que tem importancia para o caso.
Faz uma constituição comigo, lindo amor. Também aceito um tratado.
Rodrigro, vales mais do que todos, porque levas tudo prá brincadeira... vamos brincar aos soldados?
União de facto ou casamento? Também já vale aqui?
Afinal Vc vivem juntos ??? Não venho mais a este Blog rzzzzzzzzzzzz
Concordo contigo Rodrigo. Também me parece que a construção europeia só tem um sentido.
Mas, ainda assim, gostava de escolher a velocidade em que avança para esse sentido.
Para que, no fim, a construção europeia tenha feito, realmente, sentido...
Um abraço
Adolfo
RMD, focou uma questão vital. Se abraçamos o projecto de uma Europa cada vez mais globalizada e unida, não vamos retractar o "sim" de há 19 anos atrás. Mas convém reflectir, que acordamos entrar para a Comunidade Económica Europeia. Casamos por dinheiro, não por amor ao projecto de uma Europa unida.
Portugal é uma prostibula!