A memória e a traição
| Infelizmente não posso comentar, como desejaria, o artigo do sr. Rosas no jornal “O Público”, no entanto queria deixar apenas uma pequena nota. A História de uma comunidade (como ele bem sabe) não se apaga e quem não homenageia os seus mortos não merece fazer parte dessa comunidade. Quem acha que os desertores, que viraram as costas aos seus irmãos, devem ser homenageados, não sabe sequer o que é pertencer a uma comunidade. [Pedro Marques Lopes] |


Comments on "A memória e a traição"
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João Madeira said ... (11:47 da tarde) :
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Nuno Barata said ... (10:42 da manhã) :
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Ricardo Alves said ... (2:07 da tarde) :
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Ricardo Alves said ... (2:09 da tarde) :
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PPM said ... (2:40 da tarde) :
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João Madeira said ... (3:11 da tarde) :
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Anónimo said ... (5:11 da tarde) :
post a comment"Quem acha que os desertores, que viraram as costas aos seus irmãos, devem ser homenageados, não sabe sequer o que é pertencer a uma comunidade."
Deve ser por isso que o ministro Paulo Portas se recusou a homenagear Maggiolo Gouveia, o militar que desertou do seu cargo de comandante da PSP de Timor para juntar-se a quem defendeu a invasão indonésia. Bonita frase, PPM, mas de memória curta, para quem é do CDS (PP?).
Maggiolo Gouveia, foi abandonado à sua sorte opelo Estado Português, um Estado feito de heróis com pés de barro que abandonou Timor à sorte do Comunismo ( na altura 74/75, o Comunismo não era uma brincadeira de rapazes ditos democratas como o Sr. Rosas agora tenta fazer passar, era e é um regime totalitarista, pernicioso, com policias politicas, persiguições e mortes em cadeias para presos politicos). A Indonésia, que mais trade se transformou também num regime totalitário, oferecia muito mais garantias de liberdade.
Naggiolo Gouveia foi um heroi sim!
Maggiolo Gouveia foi efectivamente um desertor, que se passou em armas para uma das facções numa guerra civil. Portas homenageou-o, o que demonstra que para a Direita-PP o que é reprovável não é desertar, é fazê-lo para o lado que consideram politicamente incorrecto.
Evidentemente, levando o raciocínio do autor do artigo às últimas consequências, não se deveria celebrar o 25 de Abril. E acho que é mesmo aí que o autor quer chegar...
João Madeira, o poste saiu durante alguns minutos assinado por mim, mas é do Pedro Marques Lopes, ainda que concorde com a sua substância. O ministro Paulo Portas homenageou Maggiolo Gouveia.
Melhores cumprimentos,
PPM
PPM, eu sei que o Maggiolo Gouveia foi homenageado por Paulo Portas. Quando escrevi o comentário, estava a ironizar com a flagrante contradição que o Ricardo Alves também encontrou: para o CDS-PP, só é desertor quem é de esquerda; quem é de direita é um herói abandonado.
Com os melhores cumprimentos,
João Madeira
PPM
quando é que a direita encarará o 25 comoo um tempo de mudança que permitiu , com altos e baixos a democracia
hoje li no jornal metro, um artigo do RRamos chorando pelo abandono das ex-colónias
a minha pergunta é esta
não é branquar o fascismo dizer que não se entregaram as ex colonias pq os guerrilheiros eram comunas
E cá em Portugal??????????
porque não entregarma o poder???
o pc só valia 16%
não gostar da esquerda tudo bem
mas eu sou de esquerda enão me ponho adizer bem do comunismo ´s para criticar a direita
Sérgio
desculpa o post enorme mas o artigo passei-me com o artigo doRR e do Luciano Amaral
parece que o regime anteiror era de brincadeira