Falando de dogmas e de filhos ilegítimos do socialismo centralista
| Aqui está um dogma de fé, proveniente de onde menos se esperava - ou talvez não. O JMF tentou fazer uma caricatura, mas andou a tresler - ou simplesmente a ler em diagonal - o que tem escrito a "direita iluminada", como lhe chama com incontida intolerância. A direita a que esta rapaziada pertence sabe bem que o 25 de Abril existiu e agradece que tenha existido, sendo geneticamente democrática e contra qualquer tipo de ditadura. Mas, é verdade, tendo estudado ciência política e lido Hannah Arendt, entre outros autores, conhece as diferenças entre os totalitarismos soviético ou nacional-socialista e a ditadura corporativa que vigorou em Portugal. Esta direita, é certo, não se ajoelha nem reza aos capitães de Abril, porque não considera tal data como um dogma de fé. Não olha para a descolonização como se fosse uma espécie de terceiro segredo de Fátima, sabendo o que foi até agora o destino de parte dos povos descolonizados: a morte na guerra e/ou a ditadura, que aliás, pelo menos num caso, se mantém mais ou menos férrea. É até capaz de brincar com a efeméride do 25 de Abril, ainda que alguns defensores da fé não aceitem que se brinque com coisas tão sérias e não sejam sequer capazes de ver que nem tudo foram cravos. A total liberdade de expressão é uma das principais bandeiras desta direita e, só por isso, aceita com algum humor a raiva que leva alguns filhos esquerdos do Bloco Central a não aceitar que se publiquem revistas e artigos onde se critica a predominância objectiva da esquerda nos meios de comunicação social em Portugal. Como é o caso do revolucionário JMF. [PPM] |


Comments on "Falando de dogmas e de filhos ilegítimos do socialismo centralista"
-
Carmona said ... (6:22 da tarde) :
-
Manuel said ... (6:33 da tarde) :
-
rcs said ... (6:44 da tarde) :
-
Anónimo said ... (10:35 da manhã) :
post a commentEste Post mostra como o JMF tem razão.
esta posta saiu um bocado pavloviana mas deve ser a vida.
O PPM com a sua obsessão dos livros parece um rapaz do ciclo preparatório com as fichas de leitura..."tendo lido Hannah Arendt". Sabem, é assim fica a ideia que os livros, mesmo que tenham sido lidos, não foram lidos.
Este blogue é uma cópia chinesa do Barnabé, e parece que nem sequer o tenta disfarçar (a cópia na apresentação dos participantes, no "livro" e a forma como está feito, se tivessem acontecido nos amados EUA seriam motivo para avultadas compensações monetárias aos esquerdistas).
Para isto resultar, e a avaliar pelo fraco resultado das caixas de comentários, só mesmo se o Vasco Rato cumprir a promessa on-line, para histeria de opositores, e embaraço de camaradas ou estetas. boa sorte
paulo
falta compara a nossa ditadura com espanha e itália
o teu artigo, tal como outrosacidentais
demonstra que não encaixam bem o 25 de abril
quanto a gozar com a data tudo bem
goza com o 25 de novembro
que ai eu acredito que não são uns bloquistas de direita
elitistas e cheios de preconceitos
sérgio