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quarta-feira, março 16, 2005

Dos Ratos e das Vacas (d’aprés Steinbeck)

Nunca mo tinham dito, mas (graças a essa inesgotável fonte de novidades que é a blogosfera) descobri agora que do meu nome exala um perfume aristocrático ou, pelo menos, burguesote. Coisa que, de resto, explicaria porque sou de direita, conservador e católico.
Bom, eu na verdade não sou aquelas três coisas ao mesmo tempo. Agora, o Tulius Detritus reparou efectivamente em qualquer coisa importante: é que Luciano Amaral soa mesmo bem, soa mesmo a bem-nascido, soa mesmo a menino-bem, bem, lá isso soa. E soa tão bem.
Eu por acaso sempre achei que o meu nome tinha uma sonoridade a puxar um bocadinho para o popularucho. O que foi fonte de permanentes traumas ao longo da minha vida, sobretudo quando conjugados com as memórias de uma infância passada lá na barraca, entre porrada do pai, da mãe e do irmão mais velho. Desde hoje, porém, tudo mudou. E passo a ostentar orgulhoso o meu belo nome nobiliárquico: Luciano Amaral. Dá gosto repeti-lo: Luciano Amaral.
Embora me parecesse que ficava melhor com três nomes, um deles estrangeiro, de preferência. Por exemplo, Luciano Belford do Amaral. Ou então, roubando um nome a outro dos aristocratas aqui do blog, o Vasco Rato, Luciano Amaral do Rato. Juro que esta última não foi uma piada. Não sei se estão a ver: Amaral do Rato, o novo Ministro dos Negócios Estrangeiros, Freitas do Amaral, o Largo do Rato…
Só não percebo porque exclui o Tulius o João Vacas, embora não o Vasco Rato. Um rato parecer-lhe-á mais do que uma vaca? Ou seria preciso que ele se chamasse Vasco Ratos para cheirar a povo. De resto, em matéria de Vascos, Barreto parece-me muito mais fino do que Rato. E Ivan, Tulius Detritus e John Difool também me parecem nomes transpirando elevado estatuto social. Talvez um bocadinho estrangeirados demais para gente como nós, que prefere a boa velha aristocracia de cepa, em especial minhota. E quando toleramos um nome estrangeiro é sempre em conjugação com outro português, como no caso do Belford Henriques.
Obrigado, Tulius. E diz ao Vasco que também ele se junte a nós.
[Luciano Pinto Mascarenhas de Bourbon Henriques de Deus Moita da Silva Rato Belford Pinto Pires Bettencourt do Amaral]

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