Imaginário: um Sócrates visto por um Prado Coelho
| Ele sabe que a acção política é maiêutica. Ele espera o parto da verdade. Ele sabe, ele postula: não me comprometo, logo existo. Nele há um não erigir, edificar, construir. A abertura é nele um nada por si só edificante, repousante, onde se aguarda o momento da acção política. Motivada, mas circular, que anseia por alguma verdade; afinal, lá no fundo, onde nasce o perigo, deverá haver algo que o salva. Homens de todo o mundo, alerta: chegou o infra-homem!
[Jacinto Moniz de Bettencourt] |


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