Ainda as caneladas
| Os mais distraídos, depois de tantos postes sobre a viagem do Presidente à China, até podem pensar que embirro particularmente com a figura de Jorge Sampaio, ou que sou amigo de Morais Sarmento.
Nem uma coisa nem outra. E para fazer justiça sobre o assunto, até confesso que lembro com saudades o discurso do nosso magistrado na entrega do Prémio Nobel da Paz a Ramos Horta e Ximenes Belo. Corria o ano de 1996, e estes eram tempos em que se tratavam as Nações que desrespeitam os direitos humanos com “caneladas e cotoveladas”. E nem o facto da prosa ter sido feita em inglês a torna menos importante. [Rodrigo Moita de Deus] |


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