Direito ao contraditório
Caro Paulo, O nome é Deus e não Carrasco. Há já algum tempo que tinha escrito aqui, no Acidental, que no fim de todo este caso seria sempre a palavra de Marcelo contra a palavra de Paes do Amaral. Se por um lado as insinuações de que o Professor montou todo este esquema sádico para se tornar candidato à presidência da república são um insulto à racionalidade, por outro não faltam motivações a Paes do Amaral para despedir José Eduardo Moniz e Marcelo Rebelo de Sousa. E a verdade é que a Media Capital sempre foi objectivamente prejudicada por todos os governos. É razoável pensar que Paes do Amaral estivesse cansado de ser penalizado, para já não dizer que Paes do Amaral precisava de ajuda. Não sou magistrado, advogado ou carrasco. Deste posto acidental vejo apenas que estes assuntos – da promiscuidade entre o Estado e a economia privada - não pode ser tratado como uma brincadeira. Este sórdido romance merece um final. Merece perguntas, respostas e responsáveis. Depois disso, a guilhotina. Seja para quem for. Não achas? [Rodrigo Moita de Deus] |


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